segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A Importância do Esporte Na Vida das Pessoas




O esporte é essencial para uma melhor qualidade de vida assim como o conhecimento faz diferença no mundo em que vivemos, o movimento está em nossas vidas como uma necessidade vital do ser humano para as crianças e adolescentes o esporte proporciona momentos riscos em sua aprendizagem. Ao praticar um esporte expressamos sentimentos, crenças, valores enfim nosso modo de sentir e perceber o mundo.
Os esportes coletivos e/ou individuais auxiliam a formação de conceitos básicos de cidadania os aspectos afetivos, sociais, cognitivos, culturais e biológicos do esporte muito contribuem para questionamento de situações e problemas.
A pratica desportiva poderá auxiliar não apenas na apresentação e execução técnica do esporte, mas na construção desta convivência, na realização dos jogos na sala de aula e no recreio os conflitos existentes no grupo sempre estarão sendo expressos em forma  de choro, desabafos, agressões e entre outras. É nestes momentos que se fará necessário o trabalho na busca de soluções dos conflitos do grupo com o grupo, enfim é muito importante que seu filho pratique algum esporte para sua formação.
                         
                                                        FONTE:Bloggers.com.br

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Preconceito de gênero em mulheres praticantes do esporte universitário

As mulheres atletas sempre tiveram de encarar o preconceito social em relação à prática de determinados esportes.
Este artigo que aborda o tema preconceito, foi realizado com parte dos dados de um estudo pioneiro quanti-qualitativo,
realizado no Parque Esportivo da PUCRS entre abril e setembro de 2006, com 43 mulheres voluntárias e participantes
do Esporte Universitário na PUCRS, onde se buscou compreender como a prática esportiva influenciou sua qualidade
de vida. Desse total, 11, praticavam futsal. Estas, foram submetidas às duas fases do estudo, sendo que na segunda
fase, quatro praticantes de futsal responderam a uma entrevista semi-estruturada com quatro perguntas. Os dados
coletados  foram  submetidos  a  uma  avaliação  estatística  e  a  uma  análise  de  conteúdo.  Os  resultados  encontrados
mostraram que essas mulheres possuem uma boa percepção de sua qualidade de vida para os cinco domínios avaliados
pelo questionário. As entrevistas salientaram a presença do preconceito de gênero envolvido com a prática de futsal,
mostrando a existência de uma opinião formada na sociedade em geral (um estereótipo), reforçado até pelas próprias
famílias, de que as mulheres que praticam futsal são “machonas” e pouco “femininas”. Ficou clara a importância
da luta contra os preconceitos e a discriminação que envolvem essas atletas, buscando o respeito da sociedade pela
escolha dessa prática esportiva.


               Fonte:Estudos da Universidade Católica do Rio Grande do Sul


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Preconceito Racial no Futebol


Segundo o censo do IBGE, do ano 2000, os negros representam quase a metade da população brasileira, com 45% (5% de pretos e 40% de pardos). Desde o período do Império, a discriminação provoca danos às pessoas dessa raça. No futebol, o preconceito racial já foi mais acentuado no Brasil, apesar de tempos em tempos acontecerem alguns casos.
O futebol em seu início no Brasil era da elite e rigorosamente amador. Criado por membros da alta sociedade carioca, o Fluminense foi o primeiro clube a mostrar preconceito racial, no começo do século passado. Tanto é, que um jogador, contratado junto ao América pelo Tricolor, um mulato chamado Carlos Alberto, antes de entrar em campo, cobria o rosto com pó-de-arroz para tentar disfarçar sua cor e não ficar constrangido pelos adversários e pelos próprios freqüentadores abastados do Flu. O problema é que o suor eliminava a artimanha do jogador, revelando sua cor. Por conta desse episódio a torcida adversária apelidou o time das Laranjeiras de pó-de-arroz que, posteriormente, acabou sendo incorporado por sua própria torcida.
No futebol dos dias de hoje, os casos de racismo estão crescendo e o mundo inteiro acompanha o que acontece nos campos de futebol da Europa. Um exemplo foram as lamentáveis cenas protagonizadas por torcedores do time italiano da Lazio, que jogava contra o Dínamo de Bucareste, no último mês de agosto, em Roma, numa partida válida pela fase classificatória da Lida dos Campeões. Por conta das agressões e atos racistas contra os visitantes, a Uefa abriu inquérito para averiguar tais incidentes.
Em pleno século 21, é inconcebível que as autoridades de alguns países europeus não tomem medidas mais enérgicas para dar um basta nesta lamentável situação. Na Alemanha, por exemplo, não é difícil nos depararmos com grupos neo-nazistas. A Espanha também não ficou incólume às ações dos racistas.
Ano passado, uma das principais organizações anti-racismo daquele país, a Coalizão Espanhola Contra o Racismo, pediu para que os jogadores atrasassem o início de uma das rodadas do campeonato local, como parte de um protesto por medidas mais severas contra o racismo no futebol do país. O pedido aconteceu depois do atacante camaronês do Barcelona, Samuel Eto'o, ter ameaçado deixar o campo durante o jogo contra o Real Zaragoza, por causa de ofensas racistas por parte da torcida da casa.
Nós, brasileiros, pertencemos a um país livre, que hoje tenta alcançar uma posição de destaque no cenário internacional, graças à força de seu povo, formado por imigrantes portugueses, italianos, sírios, libaneses, japoneses, coreanos e outros que se juntaram a pretos, índios e todas as demais raças e religiões que convivem pacificamente nesta grande nação.
Por isso, não podemos aceitar que o racismo se firme como uma cultura do país, nem mesmo no futebol, onde este tipo de ato parece não ter a mesma importância que em outros segmentos da sociedade. Sabemos que é uma tarefa complexa, mas ainda não atingimos o grau de imbecilidade verificada na Europa. Nossa tarefa, enquanto cidadãos e amantes do futebol é brecarmos quaisquer ações dessa natureza. Para o bem o futebol. Para o bem do Brasil.
                                                                Fonte:http://www.universidadedofutebol.com.br/Jornal/Colunas/Detalhe.aspx?id=7442

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Formação de Jogadores no Brasil



O sonho da maioria dos meninos brasileiros é se tornar um jogador de futebol, quem nunca sonhou em jogar pelo seu time em um estádio lotado, ganhar milhões e milhões fazendo aquilo que você sempre gostou, aparecer na TV e dar entrevistas. Pois é, porém entre o sonho e a realidade existe uma grande barreira.
O processo de seleção dos times de ponta do Brasil hoje é muito manipulado por influências de empresários e e até por próprios funcionários do clube trazendo seus conhecidos pra jogar. Esses jogadores pré selecionados tomam um lugar de um menino que pode ser um craque
mas está sendo desperdiçado pela corrupção do futebol, e por isso muitos meninos não chegam a ter chances de demonstrar seu talento.
Sem contar que os baixinhos estão com menos da metade de chances de serem selecionados para um time de futebol, futebol virou um esporte que envolve muito mais físico e músculo do que na época de Pelé, onde os jogadores eram de um nível mais alto tecnicamente porém menos
fisicamente avantajados.
Hoje em dia conta mais um zagueiro alto e forte do que um zagueiro técnico mas com uma estatura não tão elevada.
Nos clubes menores onde há menos concorrência não há muita perspectiva de avanço na profissão, a unica solução para quem realmente quer seguir uma carreira de futebol é fazer teste em um clube grande, e de preferencia ter um contrato com um agente de futebol.
Para explicar o processo de uma peneira, eu que já participei uma de um clube de ponta do Brasil, digo que há pouco tempo para se observar um jogador e muitas vezes talentos passam reto por isso, mas se você persistir no seu sonho um dia você alcança ele, e se existe tanta corrupção no futebol, ainda há clubes que selecionam seus atletas pelos meios corretos e você que um dia quer se tornar um jogador, não adianta ficar sentado lendo isto aqui, vá treinar que nada cai do céu neste mundo.







domingo, 16 de outubro de 2011

Torcidas organizadas


Há poucos anos, a simples menção ao termo “torcida organizada” remetia automaticamente ao sentido de violência. O que a maioria das pessoas desconhece é o fato de que a primeira torcida organizada no Brasil foi feminina. Exatamente: No início das atuações do Atlético Mineiro, as mulheres iam aos estádios com bandeirinhas uniformizadas para acompanhar seus maridos. É obvio que nessa época a violência nem passava perto do estádio, o que significa que torcida organizada não é e não deve ser sinônimo de violência.
Aos poucos, torcedores passaram a agrupar, no sentido de organizar as torcidas para acompanharem seus times nos estádios. A primeira manifestação desse tipo – a exceção das mulheres portadoras de bandeirinhas – corresponde ao São Paulo Futebol Clube, em 1939. Logo em seguida, o Internacional, no Rio Grande do Sul, e o Fluminense, no Rio de Janeiro, também adotaram esse modelo.
Nesse sentido, nos moldes mais recentes, torcida organizada é definida como um grupo de torcedores que acompanham constantemente os times durante suas partidas no estádio, e se vestem e se comportam de maneira coletiva. É bastante óbvio que, inserido em universo capitalista e comportando um grande número de torcedores, os times e as associações responsáveis pelas torcidas organizadas passaram a comercializar produtos referentes aos times a um alto custo, fato que torna a massa das torcidas organizadas um meio altamente lucrativo.
Mas foi na década de 90 do século XX que as torcidas atuaram em episódios de extrema violência coletiva: casos de mortes eram constantemente relatados após os términos das partidas, quando as torcidas se encontravam. Ainda que muitas pessoas acreditassem que esse fosse um problema restrito às grandes cidades brasileiras, os hooligans, na Inglaterra, são um excelente exemplo de que o fanatismo esportivo está longe de ser característica tipicamente brasileira.
Em todo caso, brasileira ou não, a violência precisava ser combatida com políticas eficientes para esse propósito. E foi. O medo de ir ao estádio, nas grandes cidades, ainda ronda a maioria das pessoas. Porém, as organizadoras dos campeonatos têm oferecido melhores condições estruturais para os torcedores, além de incorporar iniciativas em conjunto com a Polícia Militar, para assegurar a entrada e saída dos torcedores. Fato que têm apresentado melhorias consideráveis na organização dos estádios e que, por consequência, permite maior segurança para os torcedores acompanharem os seus times de perto.

Fonte : Brasil Escola

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Barra Bravas




Um tipo de movimento de torcedores de esportes muito popular na América Latina, conhecida por incentivar suas equipes com cantos intermináveis e fogos de artifício. Costumam localizar-se nas arquibancadas e atrás dos gols, acompanhando as partidas sempre de pé. Ao contrário das torcidas organizadas não possuem uniformes próprios, estrutura hierárquica e muitas vezes nem mesmo associados.

Barras Brasileiros
Em 2001, no estado do Rio Grande do Sul, a influência vinda dos países vizinhos, Argentina e Uruguai, começa a estimular jovens torcedores a criarem suas próprias Barras. Estes jovens buscavam implementar para seus times torcidas que apoiassem à equipe durante todo o decorrer do jogo, ganhando ou perdendo, e fugir das tradicionais torcidas organizadas, tipo de torcida que prevalece no Brasil, em que grande parte de seus membros usam roupas com um símbolo próprio da torcida. A primeira barra brasileira foi a Geral do Grêmio, criada em 2001. Um pouco depois,em 2003 seguindo a rivalidade entre os dois clubes gaúchos, nas arquibancadas do Internacional resolveu criar, e surgiram duas Barras: a Popular do Inter e a Guarda Colorada. Gradualmente, a Geral do Grêmio foi ganhando força sobre as torcidas organizadas do Grêmio, consolidando sua força em 2005, quando o tricolor gaúcho estava na Série B. Já no Inter, as duas barras decidiram fundirem-se no fim de 2004, após perceberem a competição que havia entre elas, chamando-a de Guarda Popular do Inter a partir de 2005,e desde aí as duas torcidas são consideradas as maiores barras bravas do pais. Ambas as barras gaúchas tem essência bastante semelhante à cultura hispânica, tanto que a Geral do Grêmio é conhecida pelo nome de Alma Castelhana. No início, estas barras fizeram versões de cânticos das "irmãs" argentinas para facilitar a divulgação entre os torcedores, reproduzindo, tanto na Guarda Popular quanto na Geral do Grêmio, até mesmo o sotaque e expressões linguísticas comuns nos países da América Platina.

Holigans

 São grupos de torcedores europeus, em especial os de times de futebol. Em diversos países a entrada desses torcedores é barrada, principalmente se tem um grande evento marcado para aquela data. Pois os Hooligans sentem prazer ao entrar em confronto com torcedores de outro time, seria uma forma de tentar medir o poder, disputando qual deles seria o mais forte. Os casos mais freqüentes de confronto entre esses torcedores ocorrem na Inglaterra. Por ser um dos países europeus que possui grandes clubes de alto nível, conseqüentemente essas equipes acabam ganhando inúmeros torcedores, alguns deles ultrapassam o amor pelo time concretizando um sentimento de fanatismo pela equipe.

 PORÉM UM HOOLIGAN NUNCA VIRA AS COSTAS E DEIXA DE BRIGAR, INDEPENDENTE DE QUANTOS RIVAIS TENHA PELA FRENTE, SEJA A BRIGA ENTRE 40 VERSUS 5, ESTES 5 irão brigar até onde puderem.

  Vale lembrar que este tipo de violência também ocorre no Brasil, porém os resultados são piores pois se encontra armas de fogo com grande facilidade para se comprar em nosso país.
                                         
                                                        fonte:dicionarioinformal.com