Este blog foi criado com o intuito de destacar os temas trabalhados na aula de Midias, CTI(IFRS) Rio Grande. Componentes: Rafael C. Martins, Saymonn Hidalgo, Fernando Spilka, André Justo, Daniel Sagaz, Manoel Neto, Cristian França, Lucas Novo, Moisés Júnior, Gabriel Lima,Geovanni Pacheco.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
A Importância do Esporte Na Vida das Pessoas
O esporte é essencial para uma melhor qualidade de vida assim como o conhecimento faz diferença no mundo em que vivemos, o movimento está em nossas vidas como uma necessidade vital do ser humano para as crianças e adolescentes o esporte proporciona momentos riscos em sua aprendizagem. Ao praticar um esporte expressamos sentimentos, crenças, valores enfim nosso modo de sentir e perceber o mundo.
Os esportes coletivos e/ou individuais auxiliam a formação de conceitos básicos de cidadania os aspectos afetivos, sociais, cognitivos, culturais e biológicos do esporte muito contribuem para questionamento de situações e problemas.
A pratica desportiva poderá auxiliar não apenas na apresentação e execução técnica do esporte, mas na construção desta convivência, na realização dos jogos na sala de aula e no recreio os conflitos existentes no grupo sempre estarão sendo expressos em forma de choro, desabafos, agressões e entre outras. É nestes momentos que se fará necessário o trabalho na busca de soluções dos conflitos do grupo com o grupo, enfim é muito importante que seu filho pratique algum esporte para sua formação.
FONTE:Bloggers.com.br
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Preconceito de gênero em mulheres praticantes do esporte universitário
As mulheres atletas sempre tiveram de encarar o preconceito social em relação à prática de determinados esportes.
Este artigo que aborda o tema preconceito, foi realizado com parte dos dados de um estudo pioneiro quanti-qualitativo,
realizado no Parque Esportivo da PUCRS entre abril e setembro de 2006, com 43 mulheres voluntárias e participantes
do Esporte Universitário na PUCRS, onde se buscou compreender como a prática esportiva influenciou sua qualidade
de vida. Desse total, 11, praticavam futsal. Estas, foram submetidas às duas fases do estudo, sendo que na segunda
fase, quatro praticantes de futsal responderam a uma entrevista semi-estruturada com quatro perguntas. Os dados
coletados foram submetidos a uma avaliação estatística e a uma análise de conteúdo. Os resultados encontrados
mostraram que essas mulheres possuem uma boa percepção de sua qualidade de vida para os cinco domínios avaliados
pelo questionário. As entrevistas salientaram a presença do preconceito de gênero envolvido com a prática de futsal,
mostrando a existência de uma opinião formada na sociedade em geral (um estereótipo), reforçado até pelas próprias
famílias, de que as mulheres que praticam futsal são “machonas” e pouco “femininas”. Ficou clara a importância
da luta contra os preconceitos e a discriminação que envolvem essas atletas, buscando o respeito da sociedade pela
escolha dessa prática esportiva.
Fonte:Estudos da Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Este artigo que aborda o tema preconceito, foi realizado com parte dos dados de um estudo pioneiro quanti-qualitativo,
realizado no Parque Esportivo da PUCRS entre abril e setembro de 2006, com 43 mulheres voluntárias e participantes
do Esporte Universitário na PUCRS, onde se buscou compreender como a prática esportiva influenciou sua qualidade
de vida. Desse total, 11, praticavam futsal. Estas, foram submetidas às duas fases do estudo, sendo que na segunda
fase, quatro praticantes de futsal responderam a uma entrevista semi-estruturada com quatro perguntas. Os dados
coletados foram submetidos a uma avaliação estatística e a uma análise de conteúdo. Os resultados encontrados
mostraram que essas mulheres possuem uma boa percepção de sua qualidade de vida para os cinco domínios avaliados
pelo questionário. As entrevistas salientaram a presença do preconceito de gênero envolvido com a prática de futsal,
mostrando a existência de uma opinião formada na sociedade em geral (um estereótipo), reforçado até pelas próprias
famílias, de que as mulheres que praticam futsal são “machonas” e pouco “femininas”. Ficou clara a importância
da luta contra os preconceitos e a discriminação que envolvem essas atletas, buscando o respeito da sociedade pela
escolha dessa prática esportiva.
Fonte:Estudos da Universidade Católica do Rio Grande do Sul
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Preconceito Racial no Futebol
Segundo
o censo do IBGE, do ano 2000, os negros representam quase a metade da
população brasileira, com 45% (5% de pretos e 40% de pardos). Desde o
período do Império, a discriminação provoca danos às pessoas dessa raça.
No futebol, o preconceito racial já foi mais acentuado no Brasil,
apesar de tempos em tempos acontecerem alguns casos.
O
futebol em seu início no Brasil era da elite e rigorosamente amador.
Criado por membros da alta sociedade carioca, o Fluminense foi o
primeiro clube a mostrar preconceito racial, no começo do século
passado. Tanto é, que um jogador, contratado junto ao América pelo
Tricolor, um mulato chamado Carlos Alberto, antes de entrar em campo,
cobria o rosto com pó-de-arroz para tentar disfarçar sua cor e não ficar
constrangido pelos adversários e pelos próprios freqüentadores
abastados do Flu. O problema é que o suor eliminava a artimanha do
jogador, revelando sua cor. Por conta desse episódio a torcida
adversária apelidou o time das Laranjeiras de pó-de-arroz que,
posteriormente, acabou sendo incorporado por sua própria torcida.
No
futebol dos dias de hoje, os casos de racismo estão crescendo e o mundo
inteiro acompanha o que acontece nos campos de futebol da Europa. Um
exemplo foram as lamentáveis cenas protagonizadas por torcedores do time
italiano da Lazio, que jogava contra o Dínamo de Bucareste, no último
mês de agosto, em Roma, numa partida válida pela fase classificatória da
Lida dos Campeões. Por conta das agressões e atos racistas contra os
visitantes, a Uefa abriu inquérito para averiguar tais incidentes.
Em
pleno século 21, é inconcebível que as autoridades de alguns países
europeus não tomem medidas mais enérgicas para dar um basta nesta
lamentável situação. Na Alemanha, por exemplo, não é difícil nos
depararmos com grupos neo-nazistas. A Espanha também não ficou incólume
às ações dos racistas.
Ano
passado, uma das principais organizações anti-racismo daquele país, a
Coalizão Espanhola Contra o Racismo, pediu para que os jogadores
atrasassem o início de uma das rodadas do campeonato local, como parte
de um protesto por medidas mais severas contra o racismo no futebol do
país. O pedido aconteceu depois do atacante camaronês do Barcelona,
Samuel Eto'o, ter ameaçado deixar o campo durante o jogo contra o Real
Zaragoza, por causa de ofensas racistas por parte da torcida da casa.
Nós,
brasileiros, pertencemos a um país livre, que hoje tenta alcançar uma
posição de destaque no cenário internacional, graças à força de seu
povo, formado por imigrantes portugueses, italianos, sírios, libaneses,
japoneses, coreanos e outros que se juntaram a pretos, índios e todas as
demais raças e religiões que convivem pacificamente nesta grande nação.
Por
isso, não podemos aceitar que o racismo se firme como uma cultura do
país, nem mesmo no futebol, onde este tipo de ato parece não ter a mesma
importância que em outros segmentos da sociedade. Sabemos que é uma
tarefa complexa, mas ainda não atingimos o grau de imbecilidade
verificada na Europa. Nossa tarefa, enquanto cidadãos e amantes do
futebol é brecarmos quaisquer ações dessa natureza. Para o bem o
futebol. Para o bem do Brasil.
Fonte:http://www.universidadedofutebol.com.br/Jornal/Colunas/Detalhe.aspx?id=7442
Fonte:http://www.universidadedofutebol.com.br/Jornal/Colunas/Detalhe.aspx?id=7442
Assinar:
Comentários (Atom)
