segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Formação de Jogadores no Brasil



O sonho da maioria dos meninos brasileiros é se tornar um jogador de futebol, quem nunca sonhou em jogar pelo seu time em um estádio lotado, ganhar milhões e milhões fazendo aquilo que você sempre gostou, aparecer na TV e dar entrevistas. Pois é, porém entre o sonho e a realidade existe uma grande barreira.
O processo de seleção dos times de ponta do Brasil hoje é muito manipulado por influências de empresários e e até por próprios funcionários do clube trazendo seus conhecidos pra jogar. Esses jogadores pré selecionados tomam um lugar de um menino que pode ser um craque
mas está sendo desperdiçado pela corrupção do futebol, e por isso muitos meninos não chegam a ter chances de demonstrar seu talento.
Sem contar que os baixinhos estão com menos da metade de chances de serem selecionados para um time de futebol, futebol virou um esporte que envolve muito mais físico e músculo do que na época de Pelé, onde os jogadores eram de um nível mais alto tecnicamente porém menos
fisicamente avantajados.
Hoje em dia conta mais um zagueiro alto e forte do que um zagueiro técnico mas com uma estatura não tão elevada.
Nos clubes menores onde há menos concorrência não há muita perspectiva de avanço na profissão, a unica solução para quem realmente quer seguir uma carreira de futebol é fazer teste em um clube grande, e de preferencia ter um contrato com um agente de futebol.
Para explicar o processo de uma peneira, eu que já participei uma de um clube de ponta do Brasil, digo que há pouco tempo para se observar um jogador e muitas vezes talentos passam reto por isso, mas se você persistir no seu sonho um dia você alcança ele, e se existe tanta corrupção no futebol, ainda há clubes que selecionam seus atletas pelos meios corretos e você que um dia quer se tornar um jogador, não adianta ficar sentado lendo isto aqui, vá treinar que nada cai do céu neste mundo.







domingo, 16 de outubro de 2011

Torcidas organizadas


Há poucos anos, a simples menção ao termo “torcida organizada” remetia automaticamente ao sentido de violência. O que a maioria das pessoas desconhece é o fato de que a primeira torcida organizada no Brasil foi feminina. Exatamente: No início das atuações do Atlético Mineiro, as mulheres iam aos estádios com bandeirinhas uniformizadas para acompanhar seus maridos. É obvio que nessa época a violência nem passava perto do estádio, o que significa que torcida organizada não é e não deve ser sinônimo de violência.
Aos poucos, torcedores passaram a agrupar, no sentido de organizar as torcidas para acompanharem seus times nos estádios. A primeira manifestação desse tipo – a exceção das mulheres portadoras de bandeirinhas – corresponde ao São Paulo Futebol Clube, em 1939. Logo em seguida, o Internacional, no Rio Grande do Sul, e o Fluminense, no Rio de Janeiro, também adotaram esse modelo.
Nesse sentido, nos moldes mais recentes, torcida organizada é definida como um grupo de torcedores que acompanham constantemente os times durante suas partidas no estádio, e se vestem e se comportam de maneira coletiva. É bastante óbvio que, inserido em universo capitalista e comportando um grande número de torcedores, os times e as associações responsáveis pelas torcidas organizadas passaram a comercializar produtos referentes aos times a um alto custo, fato que torna a massa das torcidas organizadas um meio altamente lucrativo.
Mas foi na década de 90 do século XX que as torcidas atuaram em episódios de extrema violência coletiva: casos de mortes eram constantemente relatados após os términos das partidas, quando as torcidas se encontravam. Ainda que muitas pessoas acreditassem que esse fosse um problema restrito às grandes cidades brasileiras, os hooligans, na Inglaterra, são um excelente exemplo de que o fanatismo esportivo está longe de ser característica tipicamente brasileira.
Em todo caso, brasileira ou não, a violência precisava ser combatida com políticas eficientes para esse propósito. E foi. O medo de ir ao estádio, nas grandes cidades, ainda ronda a maioria das pessoas. Porém, as organizadoras dos campeonatos têm oferecido melhores condições estruturais para os torcedores, além de incorporar iniciativas em conjunto com a Polícia Militar, para assegurar a entrada e saída dos torcedores. Fato que têm apresentado melhorias consideráveis na organização dos estádios e que, por consequência, permite maior segurança para os torcedores acompanharem os seus times de perto.

Fonte : Brasil Escola

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Barra Bravas




Um tipo de movimento de torcedores de esportes muito popular na América Latina, conhecida por incentivar suas equipes com cantos intermináveis e fogos de artifício. Costumam localizar-se nas arquibancadas e atrás dos gols, acompanhando as partidas sempre de pé. Ao contrário das torcidas organizadas não possuem uniformes próprios, estrutura hierárquica e muitas vezes nem mesmo associados.

Barras Brasileiros
Em 2001, no estado do Rio Grande do Sul, a influência vinda dos países vizinhos, Argentina e Uruguai, começa a estimular jovens torcedores a criarem suas próprias Barras. Estes jovens buscavam implementar para seus times torcidas que apoiassem à equipe durante todo o decorrer do jogo, ganhando ou perdendo, e fugir das tradicionais torcidas organizadas, tipo de torcida que prevalece no Brasil, em que grande parte de seus membros usam roupas com um símbolo próprio da torcida. A primeira barra brasileira foi a Geral do Grêmio, criada em 2001. Um pouco depois,em 2003 seguindo a rivalidade entre os dois clubes gaúchos, nas arquibancadas do Internacional resolveu criar, e surgiram duas Barras: a Popular do Inter e a Guarda Colorada. Gradualmente, a Geral do Grêmio foi ganhando força sobre as torcidas organizadas do Grêmio, consolidando sua força em 2005, quando o tricolor gaúcho estava na Série B. Já no Inter, as duas barras decidiram fundirem-se no fim de 2004, após perceberem a competição que havia entre elas, chamando-a de Guarda Popular do Inter a partir de 2005,e desde aí as duas torcidas são consideradas as maiores barras bravas do pais. Ambas as barras gaúchas tem essência bastante semelhante à cultura hispânica, tanto que a Geral do Grêmio é conhecida pelo nome de Alma Castelhana. No início, estas barras fizeram versões de cânticos das "irmãs" argentinas para facilitar a divulgação entre os torcedores, reproduzindo, tanto na Guarda Popular quanto na Geral do Grêmio, até mesmo o sotaque e expressões linguísticas comuns nos países da América Platina.

Holigans

 São grupos de torcedores europeus, em especial os de times de futebol. Em diversos países a entrada desses torcedores é barrada, principalmente se tem um grande evento marcado para aquela data. Pois os Hooligans sentem prazer ao entrar em confronto com torcedores de outro time, seria uma forma de tentar medir o poder, disputando qual deles seria o mais forte. Os casos mais freqüentes de confronto entre esses torcedores ocorrem na Inglaterra. Por ser um dos países europeus que possui grandes clubes de alto nível, conseqüentemente essas equipes acabam ganhando inúmeros torcedores, alguns deles ultrapassam o amor pelo time concretizando um sentimento de fanatismo pela equipe.

 PORÉM UM HOOLIGAN NUNCA VIRA AS COSTAS E DEIXA DE BRIGAR, INDEPENDENTE DE QUANTOS RIVAIS TENHA PELA FRENTE, SEJA A BRIGA ENTRE 40 VERSUS 5, ESTES 5 irão brigar até onde puderem.

  Vale lembrar que este tipo de violência também ocorre no Brasil, porém os resultados são piores pois se encontra armas de fogo com grande facilidade para se comprar em nosso país.
                                         
                                                        fonte:dicionarioinformal.com

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Envelhecimento saudável: aumento da longevidade

Nascer, crescer, viver, amadurecer, virar idoso e..viver mais ainda! Essa é a nova regra dos idosos do Brasil. A cada ano cresce o número de pessoas de maior idade e aumenta a longevidade das vidas que já existem. No Brasil, são mais de 700 mil novos idosos anualmente e esse número ainda deve aumentar nos próximos anos.


A psicóloga especialista em Envelhecimento Humano, Ana Cristina Cabral, aponta que as mudanças sociais, econômicas, culturais e educacionais possibilitaram o envelhecimento saudável que está acontecendo hoje. "A quebra de paradigmas (doenças) possibilitou a convivência dos idosos com pessoas de outras idades. Nos dias de hoje, eles podem sonhar e realizar o que desejam" afirma a especialista.


Mas nem sempre foi assim. Os idosos começaram a viver mais depois das melhorias ambientais, porém ainda precisavam de estrutura, incluindo mudanças comportamentais para viver melhor. Estudos revelavam que as cidades brasileiras não estavam preparadas para os idosos: na década de 90, os idosos tradicionalmente iam a supermercados, jogavam cartas, cuidavam de netos, frequentavam festas de família e até bordavam. Mas isso era antes. Com o passar do tempo, os idosos perderam um pouco de espaço e atividades de casa.


E eles precisavam de mais. Agora, as mudanças sociais começavam a acontecer em paralelo ao aumento da longevidade e o estado precisa construir novos projetos sociais voltados para eles. A melhoria nas condições de vida dos idosos, através da drenagem e pavimentação das ruas e as melhorias nos cuidados desde o nascer, o viver, os cuidados com a alimentação, orientação nutricional e os exercícios, planos de saúde, remédios e atendimento médico proporcionaram o aumento dos idosos no Brasil.


As mudanças estruturais que deram mobilidade aos idosos, como as calçadas, o saneamento e as habitações contribuíram para a mudança. "Os espaços, as praças estão sendo refeitas, com locais comunitários para que eles deixem de ficar em casa e convivam com outros idosos", explica Ana.


Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2008, aponta que a população de idosos equivale à quantidade de crianças e que o envelhecimento saudável acontece por causa das melhores condições de vida e moradia, saúde e higiene.
Sobre a convivência dos idosos com pessoas de outras idades, a pesquisa apresenta o seguinte painel: as moradias são inter-geracionais, com crianças, adolescentes e jovens (0-24 anos), adultos (25-59 anos), idosos (60-79 anos) e idosos maiores de 79 anos numa mesma casa. "Por isso é preciso mudar comportamentos para se ter uma boa convivência", lembra Ana Cristina.


Os estudos estimam que no Brasil, em 2050, os idosos representem 25% da população. Em outras palavras, 1 em cada 10 pessoas terá mais de 65 anos.
É importante se discutir e planejar o futuro dos idosos. "As três maiores causas de mortes dos idosos são gripes, quedas e tristezas, causadas pela falta de atividades" explica Ana Cristina.


Para melhorar as condições de vida das pessoas dessa faixa etária, o governo federal começou a instituir programas para terceira idade. No Rio Grande do Norte, foi criada há 15 anos a Universidade Aberta para a Terceira Idade (UnATI), com 1.400 alunos matriculados em cursos de hidroginástica, memorização, idiomas, arte e artesanato, canto, teatro e música. "O idosos podem aproveitar os potenciais que sempre tiveram. É preciso que a sociedade entenda que eles não têm necessidades especiais, eles têm necessidades especificas da fase deles, como as grávidas, por exemplo", justifica Ana Cristina.


No Brasil, são consideradas idosas pessoas com mais de 60 anos e no mundo, adultos com mais de 75 anos. Para reforçar as estatísticas de crescimento populacional de idosos, o IBGE apresenta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), que informa que a população de idosos corresponde a 9,4 milhões no Sudeste (sendo São Paulo a cidade com maior número de idosos no Brasil) e 5,1 milhões de idosos no Nordeste, a segunda região com maior população de idosos.


A explicação para esses dados é a migração inversa. "Antes as pessoas migravam para o trabalho no Sudeste e agora a migração inversa ocorre para o descanso dos idosos", conta a especialista em envelhecimento.
Os idosos também são assistidos pelos programas federais como o Programa de Saúde da Família (PSF) e o programa de Agricultura Familiar (Pronaf). "Os idosos do que moram no interior vivem mais porque têm uma melhor qualidade de vida. Eles vão às praças, compram pão e quando trabalham na agricultura produzem até os 80 anos.


 


                                            Fonte:nominuto.com
                                                     Vídeo:Youtube.com